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ORQUESTRA DE JOVENS DA UNIÃO EUROPEIA
AUDIÇÕES EM PORTUGAL - 2015

CANDIDATOS APURADOS PARA A AUDIÇÃO FINAL
LISTAGEM POR INSTRUMENTO

 

CLARINETE  
Clara Mendes Academia Nacional Superior de Orquestra (Lisboa)
Pedro Victorino Escola Superior de Música de Lisboa 
Telmo Costa Academia de Música de Paços de Brandão
Tiago Bento Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (Porto)
Víctor Díaz Guerra (ES) Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (Porto)
Vítor Trindade Academia Nacional Superior de Orquestra (Lisboa)
   
CONTRABAIXO  
Emanuel Oliveira Escola Superior de Música de Lisboa
José Trigo Escola Profissional Artística do Vale do Ave 
Pedro Figueiredo Escola Profissional de Música de Espinho
Rui Pedro Rodrigues Escola Profissional de Música de Espinho
   
FAGOTE  
Ana Rafaela Oliveira Academia Nacional Superior de Orquestra (Lisboa)
Isa Antunes Tavares Escola Profissional de Música de Viana do Castelo
   
FLAUTA  
Beatriz Baião Escola do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian (Aveiro)
Inês Pires Pinto Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (Porto)
Ricardo Carvalho Escola do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian (Aveiro)
Rossana Valente Conservatório de Música de Águeda
   
HARPA  
Beatriz Cortesão Conservatório de Música de Coimbra
   
OBOÉ  
João Miguel Moreira da Silva Hochschule für Musik und Tanz Köln (Alemanha)
Rafael João Sousa Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (Porto)
   
PERCUSSÃO  
Duarte Nuno Aveiro Santos Universidade do Minho - Departamento de Música (Braga)
João Novais Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (Porto)
Lúcia Viana da Silva Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (Porto)
Sandra Míguez (ES) Escola Superior de Música de Lisboa
   
TROMBONE  
António Vilhena Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (Porto)
Diogo Andrade Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (Porto)
Emanuel Rocha Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (Porto)
Joaquim Rocha Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (Porto)
Rúben Tomé Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (Porto)
   
TROMPA  
Ana Beatriz Menezes Escola Superior de Música de Lisboa
Cristiana Custódio Escola Profissional de Música de Espinho
   
TROMPETE  
Carolina Alves Escola Superior de Música de Lisboa
Luís Campos Escola Superior de Música de Lisboa
Miguel Ângelo Pais Escola Superior de Música de Lisboa
Ricardo Matos Escola Superior de Artes Aplicadas (Castelo Branco)
Tiago Rebelo Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (Porto)
   
VIOLA  
Miguel Sobrinho Escola Profissional Metropolitana (Lisboa)
   
VIOLINO  
Félix Manuel Alonso Duarte Haute de École de Musique de Genève (Suíça)
Francisco Lima Santos Conservatório Real de Bruxelas (Bélgica)
Joana Praça Conservatório Regional de Setúbal
Josefina Fernandes Universidade de Évora - Departamento de Música
Mafalda Rodrigues Escola Superior de Música de Lisboa
Manuel Abecasis Academia de Música de Santa Cecilia (Lisboa)
Maria Francisca Ferreira Escola Profissional Artística do Vale do Ave
Maria Inês Ribeiro Marques Academia de Música Valentim Moreira de Sá (Guimarães)
Miguel Vasconcelos Escola Superior de Música de Lisboa
   
VIOLONCELO  
Catarina Koppitz Academia Nacional Superior de Orquestra (Lisboa)
Maria Nabeiro Escola de Música do Conservatório Nacional (Lisboa)
Pedro Silva Escola Superior de Música de Lisboa


DIREÇÃO-GERAL DAS ARTES APUROU 48 JOVENS MÚSICOS
PARA A AUDIÇÃO FINAL DA ORQUESTRA DE JOVENS DA UNIÃO EUROPEIA


Terminaram no passado dia 15 de fevereiro as audições preliminares para a próxima temporada (2015/2016) da Orquestra de Jovens da União Europeia (OJUE), iniciativa organizada anualmente pela Direção-Geral das Artes. As audições contaram, pela primeira vez, com a colaboração da Escola de Música do Colégio Moderno e do Teatro Nacional de São Carlos. O júri deste ano, composto pela musicóloga Dulce Brito (presidente do júri e coordenadora das Audições em Portugal), pelo maestro Vasco Pearce de Azevedo e por dois ex-membros da Orquestra de Jovens da União Europeia, o flautista Paulo Barros e o violinista António Figueiredo, selecionou 48 jovens músicos dos mais de 400 que prestaram provas. A audição final realiza-se já nos próximos dias 28 de fevereiro e 1 de março, no Conservatório de Música do Porto.

A Orquestra de Jovens da União Europeia (OJUE) foi fundada no Reino Unido em 1976 com o objetivo de reunir jovens talentos da União Europeia. As audições realizam-se anualmente em cada um dos países membros da UE com o objetivo de selecionar 140 jovens músicos com idades compreendidas entre os 14 e os 24 anos. Aos candidatos selecionados, a Orquestra oferece a possibilidade de trabalhar com os mais conceituados professores de instrumento, assim como a oportunidade de tocar em grandes salas de concertos em todo o mundo, com maestros e solistas de renome.

OJUE > TEMPORADA 2015/2016 > AUDIÇÕES EM PORTUGAL

O período de inscrições para as audições em Portugal decorreu de 10 de novembro a 10 de dezembro de 2014, tendo sido registadas 439 inscrições, número que reflete um aumento significativo relativamente à média anual dos anos anteriores (cerca de 200 inscrições). As audições preliminares para a temporada 2015/2016 decorreram entre 25 de janeiro e 15 de fevereiro de 2015, na Escola de Música do Colégio Moderno, no Teatro Nacional de São Carlos e no Conservatório de Música do Porto. Dos mais de 430 candidatos, 48 passaram à audição final, a qual se realiza nos próximos dias 28 de fevereiro e 1 de março, no Conservatório de Música do Porto.

Durante as provas, os candidatos executaram uma peça de escolha livre e os excertos orquestrais obrigatórios para o respetivo instrumento, tendo o violino sido o instrumento que contou com o maior número de músicos selecionados para a audição final (9), seguindo-se o clarinete (6 músicos selecionados), trombone (5), trompete (5), contrabaixo (4), flauta (4), percussão (4), fagote (2), oboé (2), trompa (2), harpa (1) e viola (1). Destaca-se ainda o facto de 70% dos jovens músicos tocarem o instrumento há mais de 8 anos.

Participaram nestas audições alunos de escolas de todo o país. Dos 48 músicos apurados para a audição final, a grande parte (22) estuda na Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo do Porto (12) e na Escola Superior de Música de Lisboa (10), seguindo-se a Academia Nacional Superior de Orquestra, em Lisboa, com 4 músicos apurados, a Escola Profissional de Música de Espinho (3), a Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, em Aveiro (2), a Escola Profissional Artística do Vale do Ave (2), a Academia de Música de Paços de Brandão (1), a Academia de Música de Santa Cecília, em Lisboa (1), a Academia de Música Valentim Moreira de Sá, em Guimarães (1), o Conservatório de Música de Águeda (1), o Conservatório de Música de Coimbra (1), o Conservatório Regional de Setúbal (1), a Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa (1), a Escola Profissional de Música de Viana do Castelo (1), a Escola Profissional Metropolitana, em Lisboa (1), a Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco (1), a Universidade de Évora - Departamento de Música (1) e a Universidade do Minho - Departamento de Música (1). Três candidatos apurados são alunos de escolas estrangeiras: Haute de École de Musique de Genève (Suíça), Hochschule für Musik und Tanz, em Köln (Alemanha) e Conservatório Real de Bruxelas (Bélgica).

ELEMENTOS DO JÚRI | BIOGRAFIAS

PAULO BARROS

Paulo Barros, Flauta principal da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música desde 1994 e ex-membro da Orquestra de Jovens da União Europeia, integra este ano, pela primeira vez, o júri da OJUE. Laureado com o 1.º Prémio na Juventude Musical Portuguesa e 1.º Prémio no Prémio Jovens Músicos, Paulo Barros integrou também orquestras como a Orquestra Luso Alemã e a Orquestra Clássica do Porto, entre outras. Apresentou-se a solo com inúmeras orquestras, em concertos de música de câmara e master classes, expandindo a sua atividade internacional por países como Luxemburgo, Suíça, França, Espanha, Macau, Colômbia, Áustria, Brasil entre outros. Tem vários cds gravados, a solo com orquestra, música de câmara e como membro de orquestra (EMI Classics, Koch Schwann, Tradisom, Skarbo, Vintage Records e Numérica). É atualmente Professor de Flauta Transversal na Escola profissional de Música de Espinho.

ANTÓNIO FIGUEIREDO

António Figueiredo, Violinista, começou os seus estudos na Fundação Musical dos Amigos das Crianças. Em 1996 obteve o Diploma de Pós-Graduação Advanced Studies in Violin da Royal Academy of Music, na classe de Eric Gruenberg. Como membro da Orquestra de Jovens da União Europeia tocou sob a direção de Carlo Maria Giulini, Mstislav Rostropovitch, Bernard Haitink, Vladimir Ashkenazy, Gustav Khun, George Prêtre, Kurt Sanderling, Leonard Slatkin, James Judd e Colin Davis. Vencedor do Prémio Jovens Músicos em 1989, é membro permanente da Orquestra Sinfónica Portuguesa. É regularmente convidado a colaborar como concertino com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, a Orquestra de Câmara Portuguesa, a Sinfonietta de Lisboa e outras orquestras. Membro fundador do Quarteto Vianna da Motta, António Figueiredo é professor de Violino no Conservatório Regional de Setúbal, na Orquestra Geração e na AMAC – Escola de Música Vecchi-Costa, desde 1996. Integra o júri da OJUE desde 1998.

VASCO PEARCE DE AZEVEDO

Vasco Pearce de Azevedo, Maestro, iniciou os seus estudos musicais aos 4 anos na Academia dos Amadores de Música. Estudou no Instituto Gregoriano de Lisboa e na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML) onde obteve em 1989 o Bacharelato em Composição. É Professor de Orquestra, Direção Coral, Coro, Técnicas de Composição, Análise Musical e Harmonia na ESML desde 1998. É desde 1995 Maestro Titular e Diretor Musical da Sinfonietta de Lisboa, orquestra com a qual tem realizado estreias absolutas de obras de Eurico Carrapatoso, Sérgio Azevedo, Carlos Fernandes e Ivan Moody entre outros. Tem dirigido, na qualidade de Maestro Convidado, as Orquestras Sinfónica Portuguesa, Metropolitana de Lisboa, Nacional do Porto, Filarmonia das Beiras, Orquestra do Algarve, Orquestra da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, Orquestra da Artave, Sinfónica Juvenil e Orquestra Portuguesa das Escolas de Música. Terminou em Junho de 1995, na qualidade de bolseiro da Comissão Fulbright e da Fundação Calouste Gulbenkian, o mestrado em direção de orquestra e coro no College-Conservatory of Music da Universidade de Cincinnati (EUA), estudando com Gerhard Samuel e Christopher Zimmermann (direcção de orquestra) e ainda com Elmer Thomas, John Leman e Earl Rivers (direção coral). Conquista em 1997 o 3º Prémio no IIIº Concurso Internacional Maestro Pedro de Freitas Branco, e em 1996, uma Menção Honrosa no II° Concurso Internacional Fundação Oriente para Jovens Chefes de Orquestra. Integra o júri da OJUE desde 1998.

DULCE BRITO

Dulce Brito, iniciou os seus estudos musicais no Conservatório Regional de Castelo Branco e, mais tarde, na Escola Superior de Música de Lisboa. Licenciada em Ciências Musicais pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, colaborou com a Fundação Calouste Gulbenkian e a Câmara Municipal de Loures em vários projetos musicais. Entre 1994 e 1998 foi gestora da Orquestra de Câmara de Macau, com a qual efetuou várias digressões e produziu várias gravações. Ainda no Instituto Cultural de Macau coordenou o Concurso para jovens Músicos de Macau e colaborou na produção de diversos eventos, entre os quais o Festival de Música de Macau e o Festival das Artes. Em 1999 integrou a Direção-Geral das Artes (anterior Instituto Português das Artes do Espetáculo) onde tem desempenhado funções no âmbito das áreas performativas, sobretudo na área da música, sendo responsável ainda pela produção e gestão da coleção discográfica PortugalSom. É, há vários anos, representante de Portugal junto da Orquestra de jovens da União Europeia e coordenadora das audições nacionais. É a presidente do júri das Audições em Portugal para a Orquestra de Jovens da União Europeia.

AGRADECIMENTOS

A Direção-Geral das Artes agradece a todos os jovens músicos participantes, aos membros do júri, ao Conservatório de Música do Porto, à Escola de Música do Colégio Moderno e ao Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, que acolheram os mais de 400 jovens músicos durante as audições.



 



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