Bienal Internacional de Arte de Cerveira, 18 julho a 30 dezembro, Vila Nova de Cerveira

Arte contemporânea de 22 países chega à Bienal de Cerveira. Sob o mote “Territórios sem Fronteira”, a edição deste ano reúne 140 participações, 185 obras e uma programação distribuída por quatro polos expositivos.
"A Bienal Internacional de Arte de Cerveira (BIAC), o mais antigo evento de arte contemporânea de Portugal, regressa a Vila Nova de Cerveira entre 18 de julho e 30 de dezembro de 2026 para a sua XXIV edição.
Sob o mote “Territórios sem Fronteira”, a edição deste ano propõe uma reflexão sobre as fronteiras enquanto espaços de relação, transformação e criação. Inspirada pela condição raiana de Vila Nova de Cerveira, a Bienal apresenta um programa que aproxima diferentes geografias, culturas e linguagens artísticas, promovendo o diálogo entre artistas, comunidades e públicos.
Ao longo de mais de cinco meses, a XXIV BIAC reúne 140 participações artísticas, apresenta 185 obras de 22 países e distribui a sua programação por quatro polos expositivos. Exposições, projetos curatoriais, residências artísticas, oficinas, conferências, atividades de mediação cultural e um festival de cinema compõem uma edição marcada pela diversidade de propostas e pela forte dimensão internacional.
Com direção artística de Mafalda Santos, a programação tem como um dos seus principais eixos o XXIV Concurso Internacional, que reúne 36 artistas de 14 nacionalidades selecionados entre centenas de candidaturas provenientes de todo o mundo. A Bienal presta ainda homenagem a Silvestre Pestana, único artista presente em todas as edições da Bienal desde 1978, através da exposição “Luso Lunar”.
A edição de 2026 apresenta ainda o festival de cinema BIOGRAF'26 e a exposição coletiva “¿De qué casa eres?”, inspirada na obra de Ana Pérez-Quiroga e que reúne 46 artistas de 16 países, entre os quais Vhils, João Penalva, André Sousa e Susanne Themlitz.
Ao longo da programação, a Bienal estende-se também ao território através de iniciativas de mediação cultural desenvolvidas em estreita ligação com a comunidade local. Esta dimensão participativa reforça a missão da BIAC enquanto espaço de criação, encontro e reflexão em torno dos desafios do mundo contemporâneo.
Criada em 1978, a Bienal Internacional de Arte de Cerveira continua a afirmar-se como uma das mais relevantes plataformas de arte contemporânea da Península Ibérica. Ano após ano, a iniciativa tem vindo a promover o encontro entre artistas, investigadores, instituições e público e a reforçar o seu compromisso com a criação artística e a cooperação cultural".
Apoio: República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
