"Ao Escapar o Meu Cadáver", 17 julho, Estufa Fria de Lisboa

Cruzamento disciplinar
"Ao Escapar o Meu Cadáver", 17 julho, Estufa Fria de Lisboa

A performance "Ao Escapar o Meu Cadáver" é um monólogo de 15 a 20 minutos que dá voz a Óó, uma alma fantasmagórica de um bicho-folha (Phyllium endemicus) do Sri Lanka. Após a sua morte, Óó acorda como um espírito ancorado ao seu cadáver, que foi ilegalmente trazido para a reserva do Museu de Zoologia da Universidade de Cambridge. A narrativa é uma viagem através da sua experiência de despossessão e exílio, onde a personagem explora a sua nova existência incorpórea, a memória sensorial da sua vida na selva e o seu desejo de comunicação com as plantas, que sempre foram o seu sustento e a sua casa. A sua “mimica” — a sua capacidade de se assemelhar a uma folha — é apresentada não como um mecanismo de defesa ou camuflagem, mas como um ato de entrega e de profundo desejo de relação com o outro.

A performance é apresentada no dia 17 de julho, às 18h40, na Estufa Fria de Lisboa, como parte integrante da exposição “O Murmúrio da Lava” de Carolina Vieira e Catarina de Oliveira, que estará patente até 19 de julho.


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

"O Murmúrio da Lava" é um projeto da Lápis Itinerante Associação Cultural
Artistas: Carolina Vieira e Catarina de Oliveira


LOCAIS, DATAS E HORÁRIOS 

Performance: Ao Escapar o Meu Cadáver
17 julho 2026, às 18h40
Estufa Fria de Lisboa


BILHETEIRA

Entrada gratuita a partir das 18h30 (até às 18h30 é necessário efetuar pagamento do bilhete da Estufa Fria de Lisboa)


ACESSIBILIDADE

Garante acesso a pessoas com mobilidade reduzida e a com deficiência visual.
É uma sessão descontraída, há espaços na estufa onde se pode descomprimir, não há luzes nem sons fortes.

 

 


Apoio: República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes