Exposição "Recomeço do Mundo", de Gonçalo Barreiros, inaugura a 2 de junho no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra

Artes plásticas
Exposição "Recomeço do Mundo", de Gonçalo Barreiros, inaugura a 2 de junho no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra
2 de junho a 14 de julho no Círculo Sereia | Coimbra

Gonçalo Barreiros

O Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC) inaugura no próximo dia 2 de junho, sábado, pelas 17 horas, a exposição «Recomeço do Mundo» de Gonçalo Barreiros. A exposição estará patente no Círculo Sereia, até 14 de julho, e pode ser visitada de terça-feira a sábado, das 14h00 às 18h00. A entrada é livre.
«[... ] Recomeço do Mundo é o título de uma instalação de grandes, e variáveis, dimensões que ocupa as três salas da arquitectura equilibrada e funcional que caracteriza o espaço do CAPC, o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra. Esta obra é trabalhada a partir de restos, desperdícios de outras obras, [...] ... Em Recomeço do Mundo, Gonçalo Barreiros reconfigura uma ideia que se materializa como um comentário ao caos, não ao caos cósmico, mas a uma ideia de caducidade das normas e da métrica que a escultura/instalação indexa a esse estado iniciático que se constrói a partir do que já não é nomeável, já não tem forma que o defina e, por isso mesmo, é uma matéria em estado puro, pronta a ser trabalhada como se fosse a primeira vez, embora contendo todas as anteriores que ali (re)começam. ...»
O que resta é um paradoxo
João Silvério

Gonçalo Barreiros vive e trabalha em Lisboa. É formado em Escultura pela escola Ar.Co e mestre em Belas Artes, pela Slade School of Fine Arts de Londres, com a bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2004, fez a residência artística atribuída pela CML em Budapeste. Das suas exposições individuais, destacam-se: Vraum, Chiado 8 (Lisboa, 2013); n.º 17, Empty Cube, no CAPC – Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (2013), e Woodpecker, na Ermida de Bélem (Lisboa, 2012). O seu trabalho integra várias exposições coletivas — nomeadamente Involuntary Memory, Luís Adelantado (Valência, 2017); Sala dos Gessos, Museu da Eletricidade (Lisboa, 2016); Sem título é um bom título, Ar Sólido (Lisboa, 2016); Materiais Transitórios, Sociedade Nacional de Belas Artes (Lisboa, 2016); Canal Caveira, Cordoaria Nacional (Lisboa, 2015); O Riso, Museu da Eletricidade (Lisboa, 2012); Plus 1, Perry Rubenstein Gallery (Nova Iorque, 2010); Triangle Room (Programa Curatorial do Chelsea College of Art and Design, 2008) — e o Prémio EDP – Novos Artistas, Museu de Serralves (Porto, 2003). Nos últimos anos, tem apresentado regularmente o seu trabalho na Galeria Vera Cortês, destacando-se as suas exposições individuais 3/4 (2006), quero eu fazer as coisas (2008), Nosey Parker e, mais recentemente, Declaração Amigável (2017).

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Ficha artística:
Gonçalo Barreiros

Ficha técnica:
Produção: Ana Sousa, Catarina Bota Leal
Assistência à Produção: Jorge das Neves, Ivone Cláudia Antunes
Montagem: Jorge das Neves
Fotografia: Jorge das Neves
Texto: João Silvério
Revisão de Texto: Carina Correia, José Gabriel Flores
Design Gráfico: Joana Monteiro

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Apoios Institucionais:
Câmara Municipal de Coimbra
Governo de Portugal | Ministério da Cultura
DGArtes
UC
Linhas
Residencial Antunes
Câmara Municipal de Miranda do Corvo
Agradecimentos: Galeria Vera Cortês  

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Locais, datas e horários:
Círculo Sereia - Piso – 1
2 de junho a 14 de julho - terça-feira a sábado
14h00 às 18h00
Casa Municipal da Cultura
Parque de Santa Cruz, Jardim da Sereia, Coimbra
91 078 72 55
geral@capc.com.pt

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Mais informações:
capc.com.pt
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