Operafest Lisboa e Oeiras 2026 (7ª edição), 5 agosto a 11 setembro

Ópera
Operafest Lisboa e Oeiras 2026 (7ª edição), 5 agosto a 11 setembro

Operafest Lisboa e Oeiras 2026 celebra a ópera como enigma já a partir de 5 de agosto. O festival arranca com "Turandot: a femme fatale de Puccini - entre o fascínio e a destruição", destacando-se, também, "As Bodas de Fígaro" de Mozart, as estreias absolutas "Vida Secreta de Coisa" e "Último Andamento", as performances "Anátema" e "Enigma", "Névoa", "Nada", o concurso de opera contemporânea Maratona ópera XXI, o ciclo que cruza ópera e cinema: Cine-ópera, Conferências, Masterclasses e
workshops.

Operafest Lisboa e Oeiras promete uma programação que pretende ser estimulante, conjugando tradição e vanguarda, para chegar sempre a novos públicos, propondo uma maior diversidade e novos caminhos para a ópera.

"Uma edição dedicada ao enigma da existência, do amor, da vida e inspirada nas adivinhas da princesa Turandot, também elas metafóricas, da vida e da transformação..."

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Operafest Lisboa e Oeiras 2026

"Numa escala mais lata também nós humanidade e seres humanos vivemos e sobrevivemos graças à resolução de enigmas de toda a ordem, que nos acompanham toda a vida. Nascemos sem livros de instruções"

Afirmando o dinamismo da produção de ópera independente, O Operafest Lisboa e Oeiras , liderado pela soprano Catarina Molder e produzido pela Ópera do Castelo, gira em torno do enigma e da tentativa de decifrar enigmas que marca toda a existência humana, desde o nascimento à morte. Encontrar chaves para abrir portas fechadas, abrir novos caminhos, em si próprio e no mundo, em busca de respostas. "Em torno do tema desta edição Catarina Molder acrescenta “A ideia partiu dos enigmas que a princesa Turandot submete aos seus pretendentes, como factor de sobrevivência: se eles não acertarem morrem. 

Numa escala mais lata também nós humanidade e seres humanos vivemos e sobrevivemos graças à resolução de enigmas de toda a ordem, que nos acompanham toda a vida. Nascemos sem livros de instruções. Toda a programação está de certa forma ligada à ideia de um caminho para o desconhecido.”

Uma programação que pretende ser estimulante, conjugando tradição e vanguarda, para chegar sempre a novos públicos, propondo uma maior diversidade e novos caminhos para a ópera e provando que a produção de ópera independente está em
grande forma!

“É um festival que tem uma programação ao encontro de todos os gostos, procurando atrair os mais conservadores para projectos mais fora do baralho e introduzir novos públicos aos grandes clássicos. Somos um case-study na conquista de novos públicos
para a ópera em Portugal, de todas as gerações, graças por um lado às nossas proposta e sua variedade, mas também a forma como as fazemos chegar ao público.

Para nós é mesmo muito importante surpreender e fazer descobrir a ópera a novos públicos e dar palco a talento emergente ”

“Este ano esperamos cerca de 12 500 pessoas de público directo, com 12 espectacúlos com ópera, 5 produções, 4 óperas, 2 óperas em estreia absolut, 2 performances, 3 Conferências, 4 filmes, Laboratório Ópera XXI com masterclasses e workshops e o
concurso de ópera contemporânea Maratona Ópera XXI. Diversidade é a nosso lema”.


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