Acompanhamento e avaliação

As Comissões de acompanhamento e avaliação (CAA) têm por missão verificar o cumprimento dos objetivos culturais e artísticos que justificaram a atribuição do apoio, no controlo da gestão e da execução financeira e na validação de indicadores de atividade apresentados pelas entidades beneficiárias.

São objeto de uma avaliação permanente por parte das CAA as entidades beneficiárias de apoios diretos e indiretos (acordos tripartidos) nas modalidades de apoio quadrienal, bienal e anual, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 225/ 2006, de 13.11 alterado pelo Decreto-Lei n.º 196/ 2008, de 6.10; Portaria n.º 1204-A/2008, de 17.10 alterada pela Portaria n.º 1189-A/2010 de 17.11; Despacho n.º 26478/2009, de 7.12; Portaria n.º 217/2012, de 19.07.

As CAA funcionam, sob coordenação permanente da Direção-Geral das Artes, junto das Direções Regionais de Cultura que asseguram o apoio técnico e logístico necessário ao seu funcionamento bem como a articulação dos seus vários membros, podendo, para isso, organizar as reuniões consideradas necessárias. As CAA integram especialistas nas diferentes áreas artísticas em que intervêm as entidades apoiadas e o diretor regional de cultura (ou o diretor da DGArtes, em Lisboa e Vale do Tejo), ou quem o represente, que preside.

Quadro das Comissões de Acompanhamento e Avaliação 2016/2017 - Apoios Diretos às Artes, anuais, bienais e quadrienais | Acordos Tripartidos

 

 

Notas biográficas dos especialistas designados para as CAA 2016_2017

 

Afonso Guerreiro é Mestre em Teatro, especialização Encenação, pela Escola Superior de teatro e Cinema frequentou a Escola de Artes Decorativas António Arroio e a escola de Dança do Conservatório Nacional. Iniciou a carreira profissional, em 1987, como bailarino na Companhia de Dança Tejo, entre 1989/1995 participou em vários espetáculos de teatro musical com Filipe Lá Feria, entre os quais destaca: “What Happened to Madalena Iglésias”, “Passa por mim no Rossio”, “Maldita Cocaína”, com o mesmo autor participou nos programas de televisão “Grande Noite” e “Cabaret” neste último também como coreografo. Na EXPO98 integra o espetáculo “Peregrinação” com direcção de João Brites, Teatro O Bando. Entre 1999 e 2003 reside no Porto e ingressa, como ator, o Teatro Art’Imagem, dirige o movimento de várias peças e encena espetáculos para a companhia. Ainda no Porto cria espetáculos para infância na Biblioteca Municipal do Porto e dirige o Grupo de Teatro Amador de Esmoriz “Os Arautos”. Em 2004 regressa a Almada, colabora como ator na Companhia Teatro Extremo e junta-se à PIAJIO Associação Cultural na coordenação/produção e com a qual desenvolve e participa em distintos projetos artísticos, entre os quais se destacam: “OqueStrada”, “Incrível Club”, “Incrível Tasca Móvel” e a instalação “A Voz do Farol – Sentinela do Tejo”. Em 2011 cria a ARENA de FERAS Associação Cultural e encena quatro peças: "Feras Amestradas", "Martírios", "PEEPASHOW" e "Auto-Retratos”. Entre 2013/2015 integra a ARTELIER? - Teatro Nacional de Rua, como ator, dramaturgo, direcção de atores, formador e coordenador em vários projetos de artes de rua, destacando: "TELE-TÁXI-TEATRO", "A Luz do Sagrado", "Manel Dança Maria". Em 2015 no Festival Internacional de Luz - AURA, integra a equipa "B.I.P. - Brigada de Iluminação Pública"

 


Anabela Afonso nasceu em Faro em 1972. Desde cedo tomou contacto com a música, iniciando-se aos 6 anos no acordeão com a acordeonista Eugénia Lima. Frequentou o Conservatório Regional do Algarve entre os 6 e os 15 anos, onde aprendeu flauta e piano com os professores Alberto Pimentel e Paulo Cunha, respetivamente. A dança foi um amor constante que levou ao contacto, já quando estudava em Lisboa, com as aulas de dança jazz de Bruno Schiappa, e de ballet e barra-chão com Sofia Neuparth. Licenciou-se em Relações Internacionais em 1995. Em 2000 conclui o Curso de Especialização Pós Licenciatura na especialidade de Gestão Cultural, pela Universidade do Algarve em parceria com a Universidade Paris-VII, e em 2013 o Mestrado em Comunicação Cultura e Artes, na variante de Teatro e Intervenção Social e Cultural, também na Universidade do Algarve. Esteve ligada ao projeto do Teatro Municipal de Faro desde o seu início, enquanto Técnica Superior daquele Município, tendo exercido várias funções naquele equipamento, desde assistente de direção, a programação, à Direção entre 2010 e 2013. Esteve também ligada ao Museu Municipal de Faro e à Divisão da Cultura, que coordenou entre 2002 e 2004. É atualmente Chefe de Gabinete do Reitor da Universidade do Algarve, e em abril de 2016 integrou o júri do projeto “Convite à Criação 2016” da AZUL – Rede de Teatros do Algarve. 

 


Ana Cristina Oliveira nasceu em Lisboa em 1963 e é Mestre em Educação Artística, variante Teatro e Educação, pela Universidade do Algarve. Licenciada em Filosofia pela Universidade Nova de Lisboa, fundou em 1993 a Associação Cultural Ideias do Levante, em Lagoa, da qual foi presidente, onde começou a trabalhar como atriz e dramaturga. Em 1999 foi convidada pela Direção Regional de Cultura do Algarve para trabalhar na programação do Teatro Lethes, em Faro. Frequentou a formação de críticos de teatro ministrada por Eugénia Vasques, Carlos Porto e Rui Ferreira e Sousa promovida pela ACTA. Em 2006 assumiu a direção artística do núcleo de teatro da Associação Cultural Música XXI. Publicou as obras: Conversas de Mulheres, Meio Século de Teatro No Algarve, Segredos do Levante e Tapete Mágico – 15 anos a Voar nas Emoções. De 2002 a 2013 assinou, de forma sistemática, crítica de teatro e dança para a imprensa escrita do Algarve.

 


Ana Cristina Vicente Trabalha no sector cultural há mais de vinte anos. Da sua atividade nesta área, destaca o trabalho que desenvolveu para a Culturporto/Rivoli Teatro Municipal como responsável pela programação de dança, assistente da diretora artística e como produtora (1992 a 2007). A partir de 2007, continuou a trabalhar na área da cultura mas como freelancer. Entre outros trabalhos, destaca os desenvolvidos para o Teatro Maria Matos, como assistente da equipa de programadores, no projeto Gender Trouble; para a Quadrado Azul como produtora da exposição “knell/dobre/glas”; para a Universidade Lusófona como professora do módulo de História da Dança para o curso de pós graduação em Comunicação e Gestão Cultural; para a Fundação de Serralves, como produtora e assistente de programação no projeto “Improvisações/Colaborações" e para a 2ª edição festival alkantara. Atualmente está a trabalhar como produtora em regime de part time para o Armazém 22, em Vila Nova de Gaia. Há já vários anos que colabora sucessivamente com os institutos ou direções gerais dependentes da Secretaria de Estado da Cultura ou do Ministério da Cultura como membro de comissões de apreciação ou de júris de concursos para atribuição de apoios do estado a projetos de dança, de prémios na área dança e como entrevistadora de seleção do programa INOV-ART. É licenciada em História e em História Ramo de Formação Educacional pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

 


Ana Luísa Veloso nasceu em 1979. É Bolseira de Pós Doutoramento no CIPEM/INET-md – Centro de Investigação em Psicologia da Música e Educação Musical, polo do Instituto Politécnico do Porto no Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança. É Doutorada em Música na área da Educação pela Universidade de Aveiro, com uma bolsa da FCT (Fundação para a Ciência e Tecnologia), tendo sido orientada pela Doutora Sara Carvalho e Doutora Graça Mota. Tem vindo a desenvolver diversos projetos nos domínios da música e da educação, mais especificamente nas áreas da criatividade, composição musical, improvisação, música em contextos não formais, música e transformação pessoal e social. Tem também vindo a participar em diversas conferências nacionais e internacionais através da comunicação de papers ou da participação em painéis, e a publicar diversos artigos e capítulos em livros nacionais e internacionais sobre estas temáticas. É coordenadora nacional da European Association for Music in Schools, e membro da direção da Associação Portuguesa de Educação Musical. Mantém ativamente a sua atividade enquanto música e guitarrista, colaborando em diversas formações ligadas à improvisação, à música contemporânea, experimental e à sound art.

 


Cristiana Rocha nasceu em 1974. Licenciada em Psicologia Clínica (Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, U.L., 1999), trabalha no cruzamento das práticas coreográficas com outras áreas, atuando em contextos artísticos, pedagógicos, sociais e terapêuticos. Membro fundador e artista associada do Núcleo de Experimentação Coreográfica (NEC), termina em 2016, com o projecto Arquivo Dançante, um ciclo de trabalho iniciado em 2000 na direcção desta estrutura da cidade do Porto, através do qual desenvolveu propostas de criação, formação, programação e produção em múltiplos contextos e em colaboração com artistas e investigadores de diversos campos das artes performativas. Iniciou a sua atividade profissional como bailarina na Companhia Nacional de Bailado (1992-1993) e participou como intérprete em trabalhos de coreógrafos nacionais e internacionais entre 1996 e 2015. Foi colaboradora da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) entre 2000 e 2010, onde lecionou práticas de composição e movimento contemporâneo a alunos de Interpretação do Curso de Teatro. Dirigiu diversos projetos comunitários com jovens e crianças de bairros sociais assim como ateliers de expressão artística junto de públicos específicos. Apresentou a sua pesquisa coreográfica em teatros, museus, casas, escolas, lojas, jardins e outros locais do espaço público.

 


Francisco “Kiko” Pereira é um reputado cantor português de Jazz. Tem um Mestrado em Interpretação Artística em Jazz e outro em Ensino da Música, pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE). É docente de Canto Jazz na ESMAE e no Conservatório de Música do Porto. Numa carreira de 20 anos já lançou e participou em vários álbuns e programas de televisão tendo atuado ao lado dos mais importantes músicos e projetos de Jazz portugueses e estrangeiros nos mais importantes festivais. Fruto da sua experiência musical e das suas atividades na docência e na investigação, é convidado frequente para a realização de Oficinas e Masterclasses, e tem colaborado, desde 2013, nas Comissões de Avaliação e Acompanhamento da Direção Geral das Artes como perito da área da música da zona Norte.

 


Henrique Piloto é formado em Direcção de Orquestra e em Direcção Coral. Possui o Curso de Canto Gregoriano. Dirigiu a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Académica Metropolitana, Orquestra de Câmara de Macau, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra do Algarve, Orquestra da Musikskola de Ümea, o Oratory Choir of Hong Kong e o Coral Lisboa Cantat. Foi elemento fundador do Coro Gregoriano de Lisboa, e do Coro Syntagma Musicum.Foi ainda maestro e director artístico do Coro Regina Coeli. Estudou com Christopher Bochmann, Jean-Marc Burfin e Jean-Sébastian Bérau. Entre 1997 e 2001 dirige a Orquestra de Câmara de Macau. Faz várias digressões pela China dirigindo e interpretando música de compositores Portugueses. Em Gangzhou grava o “Concerto em Ré Maior para cordas” de Joly Braga Santos. Dirige na cerimónia de transferência de autonomia de Macau para a China e é convidado a participar no I Orchestra Sumit no Japão para maestros residentes na Ásia. Tem-se apresentado em Portugal, Espanha, França, Suécia, China, Japão e Moçambique. Estrea obras de compositores Portugueses e é formador qualificado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua de Professores. Colabora com a Associação Portuguesa de Educação Musical e lecciona na Escola de Música N. Sra do Cabo.

 


Joana Andrade nasceu em Lisboa em 1967. Doutoranda em Educação Artística, Instituto Educação/FBAUL/FBAUP, 2016; Pós-Graduação em Reabilitação e Conservação do Património Arquitetónico, Centre Raymond Lemaire, KULeuven, Bélgica, 1995/96; Licenciatura (Pré- Bolonha) em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa (FA/UTL) em 1994; Curso de Dança na Comunidade, Forum dança, 2013; Formação continuada em Dança Criativa e Técnica de Dança Clássica na Escola de Dança e Iniciação Artística de Wanda Ribeiro da Silva, 1970/1990; Conceção e coordenação do projeto de educação artística Espaço Corpo, 1999/2016; Formadora acreditada pelo Conselho Científico da Formação Contínua/Universidade do Minho; Conceção e dinamização de oficinas de educação artística, patrimonial e arquitetónica em serviços educativos de museus e outras instituições culturais (Fundação Calouste Gulbenkian – Programa Descobrir; Fundação EDP – Museu da Eletricidade; Fundação Oriente – Museu do Oriente; Fundação Portuguesa das Comunicações – Museu das Comunicações; Fundação D. Luiz I – Casa das Histórias Paula Rego; Fundação INATEL; Clube UNESCO de Educação Artística; etc.), 2011/2016; Formadora (dança) no Programa de Educação Estética e Artística da DGE/MEC, 2013/2016.

 


Maria João Fonseca nasceu em 1976. É doutoranda de Arquitetura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos, no ISCTE-IUL desde 2012 [a aguardar defesa da tese “City squares as spaces for political discourse: reflections on Puerta del Sol and Taksim Square”]. Formada em Arquitetura Paisagista pelo Instituto Superior de Agronomia (2003) e com Master na mesma área da Universidade de Greenwich (2004). Complementa os estudos com a PósGraduação em Culturas e Discursos Emergentes: da crítica às manifestações artísticas, da Universidade Nova de Lisboa e Fundação Calouste Gulbenkian (2008) e o Curso Avançado de Fotografia do Ar.Co (Centro de Arte e Comunicação Visual) (2001). De 2001 a 2006 colabora com ateliers de Arquitetura Paisagista e Arquitetura. A partir de 2005, começa a desenvolver projetos próprios e em coautoria. É também cofundadora da STRATUM-Laboratório de Paisagem (2006-08) onde cruza a atividade de arquitetura paisagista com atividades de carácter cultural e social. Em 2008 funda BOUND arquitetos paisagistas onde em simultâneo com os projetos de arquitetura paisagista às várias escalas, desenvolve projetos pluridisciplinares com equipas de disciplinas complementares e mantém um campo de pesquisa teórico-prático sobre o espaço público contemporâneo. Durante o ano letivo 2011/12 lecionou no Parq – Departamento de arquitetura e Paisagem da E.U.V.G. (Escola Universitária Vasco da Gama), em Coimbra.

 


Marta Correia nasceu em 1978. Licenciada em Relações Internacionais pela Universidade do Minho, após especialização em Produção Cultural, integrou as equipas do Teatro Aveirense e Teatro Viriato, na coordenação de Comunicação, Marketing e Mecenato. Mestre em Sociologia (Cidades e Culturas Urbanas, 2010) pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, desenvolveu tese no âmbito das Políticas Culturais – Capitais Europeias da Cultura como estratégia de desenvolvimento regional: caso Guimarães 2012. Integrou equipa da Augusto Mateus & Associados (2012) como especialista convidada para o estudo prospetivo e proposta estratégica para a Plataforma das Artes e Criatividade, projeto integrante da Guimarães 2012. Desenvolveu trabalho de investigação no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, no Estudo sobre a 5 Sentidos - Programação Cultural em Rede, e no Estudo sobre Cultura, Formação e Cidadania para o Plano de Estudos Cultura 2020 da Secretaria de Estado da Cultura. Colaborou também com a Reitoria da Universidade de Aveiro, no plano intermunicipal de Desenvolvimento do Território e Inovação Social. Recentemente colaborou no estudo de viabilidade e plano estratégico para o Centro de Convenções e Espaço Cultural do Convento São Francisco, em Coimbra, integrando seguidamente a equipa de projeto para implementação do Plano de Ação na mesma estrutura municipal.

 


Nuno Simões nasceu em Setúbal em 1972. Concluiu o Curso de teatro do Balleteatro Contemporâneo do Porto, em 1993, tendo trabalhado como ator em produções na Companhia de Teatro de Almada, Teatrão, Aramá, Na-Carl.GO, Visões Úteis, Teatro Plástico, Limite Zero, entre outras e em curtas-metragens em televisão e como dobrador. Dirigiu os espetáculos “Amares” e “A Cadeia”, ambos de Regina Guimarães, em contexto de arte comunitária. Fez parte da direção da GDA – Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes e Executantes, Crl na Delegação do Porto, de 2005 a 2013. Fez parte do Conselho de Administração da Fundação GDA, na Gestão do Programa Fundo Cultural, nos apoios pontuais de Teatro e dança, residências e tournées, curta-metragem, edição fonográfica e bolsa de estudo, em 2013. É licenciado em Cinema e Audiovisual na Escola Superior Artística do Porto, em 2013. Corealizou o documentário “patria.pt”, o videoclip “No teu Poema” e o videodança “#2015”. Assinou a direção de arte da curta-metragem “A Ceia” e o videoclip “Tango Maria”, entre outros conteúdos audiovisuais, na Amanta Filmes, da qual é cofundador desde 2012

 


Paula Magalhães nasceu no Barreiro em 1971. É investigadora do Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL) e doutoranda em Estudos de Teatro na mesma faculdade. É licenciada em Ciências da Comunicação, pela Faculdade de Ciências Socias e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e mestre em Estudos de Teatro, pela FLUL. É professora do curso de Artes Performativas da ESTAL – Escola Superior de Tecnologia e Artes de Lisboa. É membro da APCT – Associação Portuguesa de Críticos de Teatro e do conselho editorial da revista Sinais de cena. Jornalista de formação, trabalhou durante mais de vinte anos em rádio (Radar, Voz de Almada e Sul e Sueste). Publicou em livro a história da ArteViva – Companhia de Teatro do Barreiro, da qual faz parte há mais de 25 anos como atriz, formadora e encenadora. Publicou ainda o livro Belle Époque – A Lisboa de Finais do séc. XIX e início do séc. XX.

 


Paula Oliveira, Inicia os seus estudos musicais no conservatório de Coimbra, terminando o curso de canto clássico no Conservatório Nacional de Lisboa. Amplia a sua experiência participando em cursos de Música Clássica e Jazz em Portugal, Espanha e Estados Unidos. Mestrado em música na área do jazz na ESML, neste momento encontra-se a desenvolver o seu projeto de investigação na Universidade de Lisboa no Doutoramento em Artes e da Imagem em Movimento. Faz parte do Corpo Docente da Escola de Jazz Luís Vilas Boas no Hotclube de Portugal em Lisboa, lecionou no Curso de Jazz da Universidade de Évora e Universidade Lusíada em Lisboa entre 2009 e 2013. Concilia a sua atividade pedagógica com a de Cantora, atuando por toda a geografia nacional e estrangeira.

 


Sílvia Pinto Coelho (n.1975), coreógrafa, bailarina e investigadora, é doutorada em Ciências da Comunicação, Comunicação e Artes (2016 FCSH). Iniciou a sua formação em dança na Academia de Bailado Clássico Pirmin Treku, no Porto (1981/1993) e vive em Lisboa desde 1994, integrando, no seu percurso, o estudo da dança contemporânea europeia, em especial, a dança portuguesa, de onde destaca o Curso de Intérpretes de Dança Contemporânea do Forum Dança, que frequentou entre 1997 e 1999 e a frequência do c.e.m. desde a sua fundação, bem como o período de três anos em que frequentou várias aulas e oficinas de dança em Berlim. Desenvolve a sua actividade profissional como coreógrafa, bailarina e performer, desde 1996, tendo produzido, coreografado e participado em processos de pesquisa coreográfica, pedagogia, e em filmes com colaboradores de várias áreas. Apresentou peças suas em Portugal, na Alemanha e em Espanha. Do seu trabalho destaca as peças «Einzimmerwohnung» (2004), «Süss» (2007), «Un Femme» (2009) e «Aprés 7 Ans de Malheures Elle Brisa Son Mirroir» (2013). Atualmente, leciona o seminário de «Dança em Contexto», comum ao mestrado de Artes Cénicas e ao mestrado de Comunicação e Artes, como assistente convidada, na FCSH-NOVA. É investigadora do CECL (Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens, FCSH) e participa também na organização de vários encontros, eventos e discussões, em colaboração com o AND_Lab, o baldio - Estudos de Performance, a RIA| Rede de Investigação Artística e com o Sense Lab de Montréal. É mestre em Ciências da Comunicação (2011, FCSH), licenciada em Antropologia (2005, FCSH) e bacharel em Dança (1996, ESD).