Comissões de Apreciação

 

 

quadro das comissoes2.png

 

 

 

NOTAS BIOGRÁFICAS

 

Ana Pais

 

Ana Pais é bolseira FCT de pós-doutoramento em artes performativas (Centro Estudos de Teatro / McGill University), dramaturgista e curadora. Em 2014, obteve o grau de doutoramento em Estudos de Teatro na Universidade de Lisboa sobre o tópico: “Comoção: os ritmos afetivos do acontecimento teatral”. Desde 2000, participa em colóquios nacionais e internacionais, tendo publicado vários artigos e um livro: O Discurso da Cumplicidade. Dramaturgias Contemporâneas (Colibri). Recentemente, organizou a antologia Performance na Esfera Pública (2017, Orfeu Negro). Foi crítica de teatro entre 2003 e 2004 nos jornais Público, Expresso e Sol e membro do júri de várias edições do Prémio da Crítica da APCT. Entre 2005 e 2010, lecionou na Escola Superior de Teatro e Cinema. Como dramaturgista, colaborou com criadores de teatro e dança em Portugal (João Brites, Tiago Rodrigues, Rui Horta e Miguel Pereira). Concebeu, coordenou e produziu vários eventos de curadoria discursiva, dos quais destaca o ciclo de conferências O Poder dos Afetos (Culturgest, 2015) e o Projeto P! (Lisboa, 2017).

 

André Granjo

 

Iniciou aos sete anos o estudo do clarinete na escola da Banda Filarmónica da Mamarrosa. Concluiu a sua formação nos Conservatórios de Música de Aveiro e de Coimbra. É desde 1994 maestro da Orquestra de Câmara da Tuna Académica da Universidade de Coimbra, altura em que iniciou o curso de Antropologia e, em 1995, fundou a Big-Band Rags da TAUC.

Em 2005 terminou o Mestrado em Direção de Orquestra na uid-Nederlandse Hoogeschool fur Muziek (Holanda). Apresentou-se como maestro em Espanha, França, Holanda, Inglaterra e EUA, tendo dirigido grupos como a Orchestre des Jeunnes du Charantes, o Ensemble de Sopros do Royal Northern College of Music, o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, a Orquestra North Texas Wind Symphony.

Presentemente prepara o doutoramento na Universidade de Coimbra e desenvolve trabalho prático de direção no Royal Northern College of Music. Detém desde Março de 2009 um lugar de “Visiting Scholar” no departamento de Wind Music Studies na North Texas University.

É membro do Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos de Música e Dança e docente do Mestrado de Direção de Orquestra de Sopros nos Institutos Piaget de Almada e Viseu. É maestro da Banda da União Filarmónica do Troviscal, que dirige desde 2001, tendo vencido vários concursos.

 

André Guedes

 

André Guedes licenciou-se em Arquitetura na FA-UTL e frequentou o mestrado de Antropologia do Espaço na FCSH-UNL. É atualmente doutorando em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.

Expôs individualmente no Pavilhão Branco/Galerias Municipais de Lisboa (2017), Museu de Arte Contemporânea de Elvas (2015), Vera Cortês Art Agency (Lisboa, 2015), CAM/Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa 2014), Galerie Crèvecoeur (Paris, 2010 e 2013), Kunsthalle Lissabon (Lisboa, 2011), Centro Cultural Montehermoso (Vitoria, Espanha, 2009), The Bluecoat (Liverpool, 2009), Chiado 8/Culturgest (Lisboa, 2007), Galeria Miguel Nabinho (Lisboa, 2005/2008), Museu de Serralves (Porto, 2004). Participou em exposições coletivas na David Roberts Art Foundation, Londres (2017), Le Tripod (Nantes, 2014), Biennale de Rennes (2012), De Appel (Amsterdão, 2010), Fondazione Pistoletto/Cittadellarte (Biella, 2010), La Génèrale (Sèvres, 2010), Bienal de Atenas (2009), Dunkers Kulturhus (Helsinborg, 2008), Prague Triennale (2008), Palais de Tokyo (Paris, 2005).

Coautor de espetáculos com o ator/encenador Miguel Loureiro e com a companhia de teatro Cão Solteiro. Elaborou o espaço cénico de obras de Vera Mantero, Miguel Pereira, Martine Pisani e Miguel Loureiro, entre outros.

Participou em diversos programas de residência, nomeadamente Gasworks (2011), Le Pavillon/Palais de Tokyo, (2004/2005) e Fondazione Pistoletto (2003). Recebeu o Prémio de Artes Plásticas União Latina (2007).

 

 

Ângela Guerreiro

 

Bailarina, coreógrafa, curadora, produtora, professora e terapeuta, vive em Hamburgo desde 1994. Teve formação em dança clássica com Norma Croner, sob o sistema da Royal Academy of Dance (1975-86). Estudou na Escola Superior de Dança, Lisboa (1986-89) e no Center for New Dance Development, Arnhem (1989-91). Possui o mestrado em Terapia da Dança e do Movimento e recebeu o treinamento básico do Moving Cycle, uma psicoterapia centrada no corpo.

Fez parte da companhia de dança RE.AL onde realizou tournée mundial (1991-94). Foi coreógrafa residente do Kampnagel Hamburg (1995-02), criando coreografias com tournées internacionais. De 2003 a 2005, produziu solos em espaços de teatro independentes em Hamburgo. Em 2006-08 foi diretora do teatro independente Dachverband Freier Theaterschaffender Hamburg e.V. Iniciou o festival DanceKiosk-Hamburg (2005) e produziu vários projetos, entre eles, Kiosk.Company; ‘Tracing Dance from Addis Ababa to Nairobi and Hamburg’; ‘dance beyond borders’ e ‘SURVIVING DANCE – art, economy and politics’.Em 2013-14 iniciou o projeto de pesquisa ‘The Live Legacy Project: Correspondences between German Contemporary Dance and Judson Dance Theater Movement’ (Tanzkongress Hannover, 2016). Em 2015, fez parte do projeto ’The best. The worst. My everything!’ com première no Kampnagel Hamburg. Entre 2016-17, fez parte da produção teatral ‘Faust’ de Frank Castorf, na Volksbühne Berlin.

 

Bernardo Gama

Foi solista no Ballet Gulbenkian de 1997 até à extinção da companhia em 2005. Dançou em várias companhias de onde se destacam: Grupo Corpo (1987-1993, Brasil), Companhia Nacional de Bailado (1994-1995), Cullberg Ballet (1995-1997, Suécia), Cie. Philippe Saire (1997, Suiça). No Grupo Corpo destaca-se o prémio atribuído pela APCA como melhor bailarino de 1989. Além de desenvolver um trabalho como coreógrafo e ator, de 2005 a 2009 foi professor de dança contemporânea e expressão corporal na EPAOE - Chapitô onde já havia lecionado também em 1993/94. Lecionou na ESTAL (2011-2016) pesquisa coreográfica e dança contemporânea. Encenou com a companhia Armazém 13 o espetáculo de novo circo "Cadernos Suspensos” (2011). Na área teatral fez formação no Teatro Tablado (1985 a 1987). Participou como bailarino/ator no musical “Cabaret” (Teatro Maria Matos 08/09). É instrutor e formador de Gyrotonic® (2002) e Gyrokinesis® (2005). Lecionou vários workshops de Gyrokinesis® em escolas e companhias de dança (Grupo Dançando com a diferença, Funchal; Academia de Dança Contemporânea, Setúbal; Escola Ginasiano-Gaia; Orfeão de Leiria). Frequentou o curso de Comunicação Social na Faculdade Helio Alonso (Brasil). Mestre em Dança/Performance Artística pela Faculdade de Motricidade Humana (UL) onde desenvolveu uma investigação na área do circo e da dança contemporânea.

 

Catarina Silva Martins

 

Licenciada em Artes Plásticas - Pintura (FBAUP), Mestre em Educação Artística (FBAUL), Doutora em Educação (IEUL). Foi bolseira da FCT (2007-2011) e Honorary Fellow na Universidade de Wisconsin-Madison (2008, 2010). É Professora Auxiliar da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto desde 2010 e Diretora do i2ADS - Instituto de investigação em Arte, Design e Sociedade desde 2013. Co-coordenou o Estudo sobre o Impacto das Políticas Públicas em Educação Artística e é coordenadora do projeto europeu Erasmus+ - Creative School Partnerships with Visual Artists. É autora de diversos artigos e livros em publicações de circulação nacional e internacional.

 

Cristina Farinha

 

Doutorada em Sociologia, investigadora associada do Instituto Sociologia Universidade Porto, docente convidada no Mestrado em Gestão de Indústrias Criativas da Escola das Artes Universidade Católica do Porto e do Curso em Gestão Cultural da Universidade de Santiago de Compostela.

Como perita independente tem trabalhado em políticas culturais, indústrias criativas, cooperação e mobilidade internacional, e capacitação do sector cultural e criativo. Especificamente em avaliação de projetos e propostas nas áreas artísticas e culturais, destaca: avaliadora externa do Programa Cultura e Europa Criativa, desde 2011 e membro do Júri de Seleção e Monitorização das Capitais Europeias da Cultura, desde 2015, ambos para a Comissão Europeia; perita do Comité de Avaliação do Fundo Roberto Cimetta para a Mobilidade no Espaço Euro-Mediterrâneo, desde 2013; e em Portugal, foi membro da Comissão de Apreciação do Programa de Apoio às Atividades Culturais Interdisciplinares da Delegação Regional da Cultura dos Açores em 2015."

 

 

Cristina Peres

 

Licenciada em Filosofia (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UNL), completou o curso Deutsch als Fremdsprache für Ausländer (Goethe Institut Lissabon).

É jornalista profissional desde 1987. Trabalhou e colaborou em vários jornais e revistas nacionais e internacionais. Faz parte dos quadros do semanário Expresso desde 1992 onde integrou a redação da Cultura (dança, teatro, música). Crítica de dança e de teatro desde 1989, coordenou estas secções naquele jornal de 1998 a 2005. Coordenou a secção de Política Internacional do Expresso entre fevereiro de 2005 e outubro de 2006 e de 2007 até ao presente. Realiza trabalho para a edição em papel e multimédia, diário digital e website.

Consultora para as Artes do Palco do programa cultural da RTP2 «Câmara Clara» de 2006 até ao final, 2012.

Participou em vários júris nacionais e internacionais de seleção de projetos para festivais e de prémios, bem como em colóquios e seminários nacionais e internacionais enquanto palestrante e moderadora em instituições como a Escola Superior de Dança, Culturgest, L’Animal a l’Esquena, (Espanha), Fundação de Serralves, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Universidade Católica Portuguesa, Escola Superior de Artes Decorativas, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional S. João.

 

 

Daniela Ambrósio

 

Daniela Ambrósio está a preparar o doutoramento internacional em Estudos da Cultura, do THE LISBON CONSORTIUM na Universidade Católica Portuguesa. É Mestre em Gestão Cultural e licenciada em Animação Cultural pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha. A sua tese de mestrado teve como tema “A importância da monitorização e avaliação no (re)desenho das Capitais Europeias da Cultura” com orientação de João Bonifácio Serra.

Sócia-fundadora da Associação Cultural EMERGE que tem como objetivo a promoção de Arte Contemporânea, em especial arte emergente.

Ao longo do seu percurso profissional, que se iniciou na Experimenta, passando pela Culturguarda, Fundação Graça Gonçalves, Universidade Católica Editora, entre outros, desenvolveu a aprofundou o seu interesse por comunicação, angariação de fundos e gestão de projeto.

 

 

David Cabecinha

 

Licenciou-se em teatro, ramo atores, na Escola Superior de Teatro e Cinema, em 2010. Frequentou ainda a licenciatura de Ciências da Comunicação na FCSH, UNL. Desde 2008 que, trabalhando regularmente na área das artes performativas, colaborou com diferentes companhias e criadores, entre eles Mala Voadora, Teatro da Garagem, Dinis Machado, João dos Santos Martins ou Rita Natálio, desempenhando diferentes funções nas áreas da interpretação, formação de públicos, produção, pesquisa e desenvolvimento de criação tanto nos planos dramatúrgicos como de encenação, concepção e gestão de projetos. Em 2016 assumiu a direção artística e coordenação da 14ª edição do Festival Temps d’Images Lisboa.

Em 2017 assinou a criação multidisciplinar “Spa, The ultimate laptop theatre”. Em cinema tem colaborado com o realizador Jorge Jácome enquanto co-argumentista, ator, produtor e assistente de realização (“Plutão”, “A Guest + a Host = a Ghost”, “Fiesta Forever” e “Flores”), para além de ter integrado os elencos dos filmes assinados por Tiago Nunes e Patrícia Raposo (“O que há de novo no amor?”), Joaquim Sapinho (“Deste lado da ressurreição”) e Carlos Conceição (“Boa Noite Cinderela”).

 

Fátima Alçada

 

Depois de passar pela docência, Fátima Alçada colaborou com a Porto 2001- Capital Europeia da Cultura e definindo o seu percurso profissional.

Após a Capital Europeia e uma pós-graduação em Gestão Cultural das Cidades (Indeg–ISCTE), iniciou uma colaboração com a Feira Viva, em Santa Maria da Feira, em que assumiu a responsabilidade da mediação com os diferentes públicos e instituições nos eventos “Viagem Medieval” e “Festival Imaginarius”.

Em 2004 mudou-se para Guimarães, onde começou a trabalhar com a Oficina, CIPRL, inicialmente como produtora e depois como assistente de programação do Centro Cultural Vila Flor. Foi em Guimarães que o Serviço Educativo se tornou um dos focos de trabalho, criando o Serviço Educativo do Centro Cultural Vila Flor, do qual foi coordenadora até 2010.

Entre 2010 e 2011 foi coordenadora geral de produção do Festival Imaginarius e em Julho de 2011 assumiu a gestão e programação do cineteatro de Estarreja, onde criou o Serviço Educativo.

Em Novembro de 2013, aceitou o convite da Câmara Municipal de Ovar para desenvolver um projeto cultural para a cidade. Em Ovar é diretora artística do Centro de Arte de Ovar, coordena a programação da Escola de Arte e Ofícios e assumiu a direção artística do FESTA – Festival Internacional e dos Concertos Incomuns.

 

Francisca Bagulho

 

Bacharelato em Design de Comunicação, Faculdade de Belas Artes UL; Mestrado em Gestão Cultural, Universidade Alcalá, Madrid, Pós-graduação em Estudos Africanos, ISCTE.

Cofundadora da Galeria Zé dos Bois, em 1994, e codirectora até 2001.Entre 2001 e 2004 colaborou na produção do Festival Danças na Cidade e Festival CAPITALS _ Encontros Acarte, ambos no CAM, Fundação Calouste Gulbenkian.

Entre 2004 e 2007, em Luanda, colaborou na Primeira Trienal de Luanda e no Pavilhão Africano, 52ª Bienal de Veneza. Em 2007 programou as Oficinas Artísticas da Mostra de Jovens Criadores da CPLP, na Fábrica da Pólvora.

Desde 2008, como produtora freelancer, colabora com artistas e instituições de Portugal e Angola. Entre outros destaca-se: portal BUALA (até 2014); Exposição de João Maria Gusmão e Pedro Paiva, Pavilhão de Portugal, 53ª Bienal de Veneza, 2009; Exposição “No Fly Zone”, Museu Berardo, 2012; e colaboração no programa Colecionadores ARCO LISBOA 2017.

 

Francisco Andrade

 

Concorreu ao Mestrado em Ensino da Música - Jazz tendo sido admitido para o mesmo na Escola Superior de Música de Lisboa no biénio 2017/18 – 2018/19. Concluiu em 2011 a Licenciatura em Jazz na Universidade de Évora. No ano letivo de 2000/2001, foi admitido no curso de Prática Orquestral na Escola Profissional de Música de Espinho na classe onde concluiu o 12º ano e o III nível do Ensino Profissional.

Em 2016 concorreu ao cargo de Diretor Pedagógico da Escola de Jazz do Barreiro exercendo essa função interinamente no último trimestre desse ano, tendo sido nomeado para o mesmo a partir de Janeiro de 2017. No ano de 2012 começou a lecionar nessa escola saxofone/combo e teoria musical até a presente data. Leciona saxofone nas Oficinas de São José – Salesianos (Musicentro) e na New Music School (Benfica).

Desenvolve projetos de música original e de tributo, assim como freelancer em vários formatos, atuando em várias salas de espetáculo Portuguesas e em diferentes países da Europa e Asia.

 

 

Frederico Dinis

 

Gestor Cultural e Diretor Artístico em parceria com diversas entidades de âmbito nacional e internacional, com funções executivas no planeamento estratégico e no desenvolvimento e gestão de projetos de âmbito cultural.

Desenvolve ainda atividade como Compositor Intermédia, cuja prática integra a performance, a dança, a instalação, o teatro, a fotografia, a rádio, o vídeo e o som, frequentemente efetuada em colaboração com outros artistas visuais, bailarinos, coreógrafos, músicos e curadores.

É Doutorando em Estudos Artísticos na Universidade de Coimbra e Investigador Colaborador do CEIS20 – Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra.

Participou em conferências, simpósios e eventos e é autor de diversos artigos científicos sobre temáticas ligadas às artes digitais, arte da performance e novos media.

Frequentou o Mini-MBA em Finanças na Escola de Gestão do Porto e o Programa Doutoral em “Governação, Conhecimento e Inovação” da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e organizado pelo Centro de Estudos Sociais.

 

Hugo Simões

 

Licenciado em Ensino de Música - área específica de Guitarra, pela Universidade de Aveiro e Pós-Graduado em Administração Escolar pelo Instituto Superior de Educação e Trabalho do Porto. Com vasta experiência, tanto como guitarrista como enquanto docente, tem-se apresentado a solo e integrado diversas formas de música de câmara, foi solista da Orquestra das Beiras e Orquestra Clássica do Centro. Foi membro fundador do AcordEnsemble, Sese Grupo de Música Contemporânea Guitarrafonia, Fatum Ensemble e diretor artístico do Festival O Elogio da Guitarra (2009-2015). Como docente, foi professor de guitarra na Academia de Música de S. Pio X (1999-2004), diretor pedagógico e professor de guitarra no Conservatório de Música de S. José da Guarda (2005-2015). Atualmente Professor de guitarra no Curso de Música Silva Monteiro (Porto) e no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian.

 

 

Luís Mestre

 

Mestre em Estudos de Teatro pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e pós-graduado em Dança Contemporânea pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo - Instituto Politécnico do Porto / Teatro Municipal do Porto. Encontra-se a desenvolver a sua tese de doutoramento em Estudos Artísticos na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

É dramaturgo, encenador, tradutor, ator, professor de teatro, coacher de dança contemporânea e investigador colaborador do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa (ILCML-FLUP).

Como dramaturgo recebeu vários prémios e distinções nacionais e internacionais tornando-se assim num dos autores dramáticos portugueses mais premiados da atualidade. Tem diversas publicações dos seus textos dramáticos em português, inglês e castelhano.

É diretor artístico do Teatro Nova Europa desde 2004.

Foi Júri da Comissão de Apreciação de Teatro, Dança e Cruzamentos Disciplinares do Apoio Direto Anual e Bienal (2015-2016) da Direção-Geral das Artes.

 

 

Luis Moreira

 

Iniciou os estudos de Dança Clássica na Companhia Nacional de Bailado (CNB) tendo integrado o elenco em 1983/84. Dançou no Ballet Nacional de Cuba onde participou nos Festivais Internacionais de Ballet e de Teatro, em Havana. Em 1989 regressou à CNB para dançar reportório clássico e moderno, fazendo digressões nacionais e internacionais.

Foi assistente de encenação, professor de movimento e coreógrafo para peças apresentadas no Teatro Nacional D. Maria II, no Teatro Politeama e no Teatro A Comuna. Coreógrafo, produtor e diretor de atores em vários programas televisivos.

Lecionou de 1995 a 2005 na Universidade Independente, a cadeira de Arte e Imagem.

Desde 1997, colabora com a Câmara Municipal de Lisboa, como diretor artístico e coreógrafo dos Casamentos de Santo António. Foi júri das Marchas Populares de Lisboa entre 2006 e 2008.

É o coordenador do Ensaio Geral Solidário da CNB, em regime de voluntariado, uma iniciativa da sua autoria iniciada em 2010. É o produtor e membro da direção da Companhia Maior desde 2011. Adaptou, encenou e coreografou os musicais O canto da sereia e Voz, câmara e saxofone, de Filipe Zau e Filipe Mukenga, no Festival da Canção Luanda Antena Comercial, em 2013 e 2014. Membro da direção da Casa do Artista.

 

Manuel Gama

 

Doutor em Estudos Culturais/Sociologia da Cultura pela Universidade do Minho, mestre em Educação Artística e licenciado em Gestão Artística e Cultural pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC).

O seu percurso profissional iniciou-se em 1994, primeiro como ator e depois como encenador e gestor cultural. Em 2009 começa a colaborar com o IPVC e em 2011 com o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho (CECS).

Desde fevereiro de 2015 que se encontra a desenvolver, com o apoio da FCT (SFRH-BPD-101985-2014), o projeto “Redes de Cooperação Cultural Transnacionais: Portugal europeu, lusófono e ibero-americano”, no âmbito do qual dinamiza o 2CN-CLab. É um dos coordenadores do Observatório de Políticas de Comunicação e Cultura do CECS.

Áreas de interesse: Políticas Culturais, Gestão Cultural, Redes Culturais, Mediação Cultural, Públicos da Cultura, Educação Artística, Criação Artística e Indústrias Culturais.

 

Maria João Guardão

 

Licenciou-se em Comunicação Social (FCSH/UNL) e fez o curso de Realização de Documentários dos Ateliers Varan. Fundou a produtora DESmedida filmes. Realizou, entre outras, as curtas-metragens “DISORDER” (2014), “Les États d’Anne” (2011), a série documental “Eu Sou África” (2010-11) e as instalações “Thinking Heads” (2010) e “Álvaro Siza, 13 palavras e 1 frase” (2008).

Integrou o canal SIC Notícias (2000-2008) onde foi autora de “Laboratório” (2004-05), editora da “Sociedade das Belas Artes” (2001-2003). Realizou, entre outras, as reportagens Bienal de Veneza 2005, ARCO 2006 e “Ponto de Vista - Frederick Wiseman”. Foi autora e apresentadora de “Estado de Sítio” e de “Um para Um” (Canal Notícias de Lisboa, 1999-2000).

Publicou reportagens, entrevistas e criticas na imprensa escrita e foi chefe de redação da revista Marie Claire e editora de cultura do semanário JÁ.

Escreveu para as publicações Tráfego (2001, 2002) e Artistas Portugueses (2009). Escreve para o Diário de Notícias desde 2015, sobretudo sobre artes performativas.

Realizou vídeo-reportagens para o Público Online, o DN Online, a Mente Magazine, a Fundação Eugénio de Almeida e o “Projeto P!”. Programou a participação portuguesa no Festival de Artes VAMOS! (UK, 2008).

Integra o coletivo O Espelho, selecionado para a iniciativa WE-Traders (2013-14) e vencedor de uma bolsa Crisis Buster (2013).

 

Marta Silva

 

Formada em Dança pela Escola de Dança Ginasiano, frequentou vários cursos no estrangeiro. É finalista da licenciatura em Ciências da Educação na FPCE-UP, tendo publicado o livro "Educação pela Arte" (2001). Trabalhou com vários coreógrafos como Ana D`Andrea, Ana Figueira, Ana Borges, Bruno Listopad, Jan Zobel, Marcelo José, Marisa Godoy, Peter Micheal Dietz, Pedro Carvalho e Viviane Rodrigues. De 1995 a 2000 trabalhou com o Núcleo Arquipel de Criação e com o Núcleo de Experimentação Coreográfica (NEC). Trabalhou como intérprete nas residências coreográficas de Nigel Charnock (1999), Jamie Watton (2000) e Ronit Ziv (2002), e como ensaiadora nas produções de Javier de Frutos (2003), Wim Vandekeybus (2004), Rui Horta (2006) e Madalena Victorino (2007). Entre 2001 e 2016 integrou a Companhia Paulo Ribeiro. Em teatro trabalhou com John Moat, José Wallenstein, Miguel Moreira e Nuno Cardoso.

Desde 1996 tem sido professora e responsável por oficinas em várias escolas e companhias, tanto para crianças como para adultos, profissionais e não profissionais, e orienta projetos de intervenção sociocultural.

Em 2009 fundou e dirigiu a SOU Associação Cultural e o projeto LARGO Residências, em Lisboa. Foi júri das candidaturas para o Centro de Inovação da Mouraria/CML (2014 e 2015) e do concurso “Ideias para o Intendente” (2014).

 

 

Mila Xavier

 

Foi pioneira de tecidos verticais em Portugal. Atuou em eventos culturais e comerciais como acrobata aérea. As suas criações: “Dakini” (2007) e “A história do meu corpo, ou o corpo da minha história” (2005). No Teatro K participou, entre 2000 e 2010, em: “Asas do Destino” na Europa e na Colômbia (Prémio em Holzminden 2002); “Transmissions - Art Impression” com a pianista Maria João Pires (2005); ”Noites de Dia” (2003). Fez estágios de técnicas aéreas. Fez o Curso de Artes do Espetáculo no Chapitô 1992/95 ganhando bolsa de mérito para o projeto “Kaléidoscope” da Federação Europeia de Escolas de Circo em Bruxelas (1995).

Sócia fundadora, presidente de direção e artista da Associação ADN Artistic Development Nucleus, Associação Cultural de Pesquisa em Circo Contemporâneo em Portugal de 2007 a 2016. Em 2010 fundou o projeto “Armazém 13”, da ADN, onde produziu e apresentou o “Cabaré Circo” todos os meses até 2016. Apresentou, pela Companhia ADN, o espetáculo “Cadernos Suspensos” (13ª Edição). Depois de vinte anos de criações pessoais e como intérprete, celebrou com a primeira direção do espetáculo “Coração de Água” pela Companhia ADN (2014). Atualmente é vice-presidente da direção e artista da Associação ADN, onde continua a lecionar aulas de acrobacia aérea.

 

Narcisa Costa

 

Formada pela Escola Superior de Dança – Ramo de Espetáculo e pela Hoogeschool voor the Kunsten / European Dance Development Center, em Arnhem, Holanda, em Performing Arts. Concluiu o curso intensivo de Realização de Cinema da New York Film Academy, em Nova Iorque, EUA.

Trabalha como produtora cultural e gestora de eventos desde 1993, tendo colaborado com artistas e entidades de diferentes áreas artísticas, entre os quais o Festival Danças na Cidade, Re.Al/ João Fiadeiro, Expo’98, Parque das Nações, O Espaço do Tempo, Companhia Clara Andermatt, Teatro Meridional, Alkantara Festival, Arena Ensemble, Festival de Música de Setúbal, The Helen Hamlyn Trust e Fundação Calouste Gulbenkian.

 

 

Pedro Costa

 

Licenciado pela Faculdade de Arquitetura da UP (1996), e Mestre pela Faculdade de Arquitetura da UTL (2004). É atualmente doutorando em Arquitetura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos (ISCTE).

Em 1997 funda o a.s* - atelier de santos, sendo autor e coordenador de vários projetos de obras públicas.

Participou em exposições internacionais como a Bienal de Arquitetura de Veneza e a Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo, tendo exposto no Institut Valenciá d’Art Modern, Hartell Gallery, Boijmans van Beuningen Museum, Architectural Association, entre outros. Venceu o Prémio Arquitetura dels Sócis d’Arquinfad (2007) e o prémio AICA Arquitetura (2017). Desenvolve trabalho na área da divulgação e da curadoria de arquitetura.

Foi júri de vários prémios e/ou concursos de arquitetura, destacando-se o Prémio Secil 2010/12. Foi presidente do Conselho Nacional de Admissão da Ordem dos Arquitetos, membro do Architect’s Council of Europe, e membro do Conselho Consultivo da A3es – Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (2014-2015).

Diretor do PARQ – Departamento de Arquitetura e Paisagem da Escola Universitária Vasco da Gama [Coimbra] entre 2010/2012. Docente no Departamento de Arquitetura do ISCTE-IUL no Mestrado Integrado em Arquitetura, 2013/2014. Produz investigação científica nas áreas de Arquitetura, Paisagem e Crítica de Arquitetura contemporânea. É membro associado do Dinâmia’CET – IUL desde Janeiro 2013.

 

 

Rita Dourado

 

Arquiteta (FAUL, 1997) e Mestre em Desenho Urbano e Cultura Arquitetónica Portuguesa (ISCTE, 2007). École D’Architecture de Paris La Villette (1997). Doutoranda em Arquitetura (FAUL), com bolsa FCT.

Exerce arquitetura por conta própria e em colaboração com diversos gabinetes, desde 1997. Especializou-se em museografia. Selecionada para a exposição “Habitar Portugal 06-08”. Museografias publicadas em monografia editada pela Uzina Books, 2014.

Colaborou com diversas instituições, em consultoria, curadoria e projetos expositivos, realizados no arquipélago dos Açores, Lisboa, Madrid e Bruxelas. Presidiu ao júri de atribuição de bolsas de formação artística da Região Autónoma dos Açores (2011). Assistente convidada na FAUL (2000–2004). Comissária da Mostra Portuguesa no Festival Cineceará 2013, Brasil. Responsável pela programação e organização dos ciclos Cinema, Cidade e Arquitetura (2007) e Cidade no Cinema (2009), com o Governo Regional dos Açores.

Vereadora na Câmara Municipal de Ponta Delgada e membro do Conselho Municipal de Urbanismo (2009-2013). Comissária da seleção “Habitar Portugal 09-11”, iniciativa da Ordem dos Arquitetos.

Vogal do Conselho Regional de Admissão Sul da Ordem dos Arquitetos (2014–15).

 

 

Rui Neto

 

Licenciado em Teatro (ESTC) e em Marketing e Publicidade (IADE). Mestre em Ciências da Comunicação – Comunicação e Artes, UNL. Integrou a XIX Edição da École des Maîtres, dirigida por Matthew Lenton. Estreou-se em teatro em “O Achamento” (1999), de Madalena Wallenstein. Trabalhou com João Garcia Miguel no grupo OLHO, com Joaquim Benite na Companhia de Teatro de Almada, no Teatro da Garagem com Carlos J. Pessoa, no CENDREV com João Mota, no Teatro da Comuna em espetáculos de João Mota e de Álvaro Correia, com Carlos Gomes, Celso Cleto e no Teatro Aberto com João Lourenço. Em cinema estreou-se na curta-metragem de Inês Oliveira, “O Nome e o NIM”, seguindo-se outros trabalhos com Marta Pessoa, João Correia, Jorge Cramez, Julião Sarmento, Atom Egoyan e “Mistérios de Lisboa” de Raoul Ruiz. Trabalha com regularidade em projetos de televisão. Criador dos espetáculos “Luto”, “Worms”, “Mechanical Monsters”, “Catch My Soul” e “Neptuno”. Foi apoiado pela FCG e pela Fundação GDA. Integrou festivais como o FITEI, Temps d’Image, Escrita na Paisagem e Encontros do deVIR. Encenou para Escola de Mulheres, LAMA Associação e Teatro de Carnide. Fundou a LoboMau Produções, que vem produzindo as suas criações desde 2016. Autor dos livros “Luto/Worms” (2015) e “Catch My Soul/Mechanical Monsters” (2017), editados pela Caleidoscópio.

 

Susana Marques

 

Gestora cultural, consultora e investigadora. Doutoranda em Economia na Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da USCompostela. Mestre em Gestão de Serviços pela Católica Porto Business School. Licenciada em Gestão do Património pelo P.Porto. Especialização em Gestão de Empresas e Organizações Culturais pela Universidade Complutense de Madrid/Xabide. Sócia fundadora e diretora da Setepés com desempenho de funções de administração da empresa, bem como de conceção, programação, coordenação e gestão de projetos criativos e culturais a nível nacional, europeu e internacional, e ainda consultora de municípios, centros culturais, teatros e museus. Docente no ensino superior universitário, politécnico e artístico nas áreas de Economia da Cultura, Gestão Cultural e Produção Cultural. Formadora certificada nas áreas de Gestão Cultural e Organizações Culturais. Coordenadora de várias publicações de catálogos e livros para o setor cultural e criativo, destacando-se a publicação “Gestão Cultural do Território” editada em 2007 pela Setepés. Membro do grupo estratégico da iniciativa europeia A Soul for Europe desde 2008. Membro do Parlamento Cultural Europeu desde 2009.