European Hybrid Intelligence Network lança Programa de Residências "Dirty Lab" 2027

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European Hybrid Intelligence Network lança Programa de Residências "Dirty Lab" 2027
→ candidaturas abertas

Termina a 4 de dezembro de 2026 o prazo para candidaturas ao programa de residências artísticas lançado pela European Hybrid Intelligence Network (EHIN) – “Rede Europeia de Inteligência Híbrida”.

A Call está aberta a artistas individuais e/ou coletivos artísticos de qualquer nacionalidade, desde que sejam cidadãos e/ou residentes num dos 27 Estados-membros da União Europeia.

O programa reúne artistas, cientistas e profissionais atuantes no terreno para explorar a inteligência híbrida, integrada em diferentes espécies e sistemas vivos, e a biocomputação, apresentando-as como uma alternativa criativa e ecológica às tecnologias baseadas em silício, que exigem um alto consumo de energia.

O programa visa apoiar seis artistas por meio de uma residência interinstitucional dividida em duas fases, com uma duração de, aproximadamente, 12 meses para cada artista, a partir de fevereiro de 2027.

Através de seis residências em formato "Dirty Lab", sediadas em instituições parceiras por toda a Europa, a EHIN oferece aos artistas a oportunidade de desenvolver uma nova obra em colaboração direta com cientistas das áreas de inteligência híbrida e da biocomputação, além de um profissional que atua no terreno (como um especialista em plantas medicinais, um agricultor ou um ecologista). Os participantes contarão com o suporte de equipas de produção dedicadas e acesso a uma infraestrutura especializada.

Cada residência reúne um grupo composto por 1 artista, 1 cientista/especialista e 1 profissional que atua em campo. As seis instituições anfitriãs parceiras são: Kersnikova Institute (Eslovénia), CPN (Sérvia), GLUON (Bélgica), LABoral (Espanha), ZKM (Alemanha) e KONTEJNER (Croácia).

Cada residência inclui, no mínimo, dois "Open Dirty Labs" — atividades de envolvimento público direcionadas para a partilha do processo artístico e científico com as comunidades locais.

O apoio oferecido inclui:

→ Um orçamento de até 25.000 euros por residência, cobrindo os honorários do artista e os custos de produção.
→ Despesas com viagem e alojamento, organizadas separadamente, de comum acordo com a(s) instituição(ões) anfitriã(s), para ambas as fases da residência.
→ Orientação curatorial e suporte à produção.
→ Acesso a especialistas em biocomputação e profissionais que atuam no terreno.
→ Uma segunda fase de coprodução numa instituição parceira.
→ Apresentação pública da obra resultante, por meio de uma exposição individual ou coletiva.

No contexto do projeto europeu EHIN (European Hybrid Intelligence Network), que cruza arte, ciência e biocomputação, os "Open Dirty Labs" referem-se a laboratórios abertos e descentralizados focados em biocomputação, inteligência híbrida e pesquisa biológica aplicada à criação artística


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Data de publicação: 05.11.2026