A associação cultural Antípoda convida artistas, curadores, educadores, agentes culturais, trabalhadores sociais e pessoas que exercem funções políticas a participar na segunda formação do PODA, a decorrer nos dias 24 e 25 de janeiro, no Salão Central Eborense, Évora, com Marco Paiva (diretor artístico da Terra Amarela).
O projeto PODA "propõe imaginar e praticar abordagens não capacitistas, entendendo a acessibilidade como princípio estruturante do trabalho artístico, cultural, educativo e político".
A ação de formação pretende criar "um espaço comum de observação e prática, onde todas as pessoas são consideradas participantes, valorizando modos de relação não hierárquicos e não excludentes. A proposta convida a deslocar o olhar, reconhecendo a pluralidade do mundo e o seu impacto nas práticas artísticas, culturais, sociais e políticas".
Marco Paiva (1980, Covilhã) é ator, encenador e diretor artístico, licenciado em Teatro – Formação de Atores pela Escola Superior de Teatro e Cinema e pós-graduado em Empreendedorismo e Estudos da Cultura no ISCTE. Desde 2000 colabora com o Crinabel Teatro, onde assumiu a coordenação artística em 2008, desenvolvendo trabalho com intérpretes com deficiência intelectual. Em 2018 fundou a Terra Amarela, plataforma de criação artística inclusiva que cruza artes, acessibilidade e práticas comunitárias.
Antípoda é uma associação cultural com sede e atividade em Évora. Tem como missão ancorar a programação e a criação contemporânea multidisciplinar, em relação com a paisagem humana do território, inseridas num projeto de mediação e acessibilidades (geográfica, intelectual, física e social).
A inscrição é gratuita.
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A Antípoda é apoiada pela República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes

