Lançamento do Álbum “A Morte da Gárgula” dos Plano Trifásico

Edição
Lançamento do Álbum “A Morte da Gárgula” dos Plano Trifásico
31 de março > Porto

O trio portuense Plano Trifásico estreia-se com "A Morte da Gárgula", um primeiro disco que desmonta hierarquias musicais e confronta tradições, cruzando a disciplina do ensino clássico com a energia crua do punk. O concerto de apresentação está marcado para o próximo dia 31 de março, às 19.00h, no Hotelier (Rua Anselmo Braamcamp, 324, Porto) — data em que o álbum ficará também disponível nas plataformas de streaming (com exceção do Spotify). Com o apoio à edição fonográfica de Intérprete 2024 da Fundação GDA e do Programa de Apoio a Projetos 2023 da Direção-Geral das Artes, "A Morte da Gárgula" materializa o encontro entre três percursos distintos que convergem numa linguagem comum feita de tensão, repetição e confronto. O disco oscila entre a tentativa de conciliação tímbrica entre o baixo elétrico, o eufónio e o saxofone, e a exploração assumida das suas fraturas. Mais do que um álbum de estreia, "A Morte da Gárgula" é uma declaração de intenções: um processo criativo conturbado que procura derrubar as “gárgulas” do cânone e da tradição musical, assumindo a discórdia como motor composicional. Concordaram que era melhor assinar tudo em conjunto e, em conjunto, assassinar as gárgulas que há muito os exploravam.

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FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA:
PLANO TRIFÁSICO
Um baixo, um eufónio e um saxofone entram num café. Entre uma série de experiências que não têm nada a ver – a formação clássica académica, o punk, a marcha de procissão, o krautrock, o conceito de mentor, uma discórdia completa acerca do que é uma palheta, o pistão ou o seu plural – há uma convergência desde o primeiro momento: os princípios composicionais da música minimalista, cujos parâmetros se desdobram em possibilidades quando estão estes instrumentos na paleta. Foram explorando lógicas de padrões sequenciais e manipulando timbres e afinações — quer de forma integralmente acústica, quer recorrendo a meios eletrónicos. Foram gostando cada vez mais das divergências que há muito eram óbvias e foram encontrando convergências de que não desconfiavam.
Sofia Teixeira fez muitos cursos e colecionou muitas gárgulas. Tocou saxofone de forma obsessiva até por volta dos 20 anos, e depois viu que havia vida lá fora. É produtora, gosta de
escrever, embora não o faça, e de tocar com os trifásicos. Inês Luzio é de Arganil. Estudou muito eufónio e chegou mesmo a passar um ano com ele em Lucerna. Ao longo do tempo teve vários coletivos de música contemporânea. Gosta de dança e de teatro. Faz pesquisa artística interdisciplinar. Zé Figueiredo aproximou-se da música como autodidata. É membro fundador (para além do Plano Trifásico) de Peixe:Avião, Smix Smox Smux, Maquina Del Amor. Está a desenvolver o projeto a solo Six Pairs of Consecutive Triangle Numbers, onde faz a transposição de conceitos geométricos para o domínio do ritmo, em eletrónica.

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LOCAIS, DATAS E HORÁRIOS DE APRESENTAÇÃO:
Hotelier (Porto), 31 de março, 19h00 
Concerto de Lançamento do Álbum “A Morte da Gárgula”

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INFORMAÇÕES SOBRE BILHETEIRA:
Donativo para os músicos – 5 a 10 euros.
Para quem quiser, há jantar (vegano) – 7,50 euros.
Lotação limitada. Reserva aconselhada.
reservas: hot@hotelier.com.pt
M/6

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LINK PARA SITE:
instagram.com/plano.trifasico

 

 

 

 


Data de publicação: 24.03.2026