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A 16.ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza inaugurou dia 24 de maio com a exposição "Public Without Rethoric" como Representação Oficial de Portugal.

A Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), em parceria com a Direção-Geral das Artes, vai receber de 19 de junho a 17 de setembro "Neighbourhood: Where Alvaro meets Aldo", com curadoria de Nuno Grande e Roberto Cremascoli - a exposição que representou Portugal na 15.ª Bienal de Arquitetura de Veneza em 2016. A inauguração está marcada para o dia 18 de junho, segunda-feira, às 18h00, na Galeria de Exposições da FAUP. A anteceder a abertura da exposição, será entregue a Medalha de Mérito da Universidade do Porto ao arquiteto Siza Vieira. 

O arquiteto Eduardo Souto de Moura foi distinguido na 16.ª Exposição Internacional de Arquitetura La Biennale di Venezia com o Leão de Ouro, o mais prestigiado prémio da Bienal. Esta distinção (Golden Lion for the best participant in the 16th Exhibition FREESPACE) foi atribuída pelo júri "pela precisão em colocar lado a lado duas fotografias aéreas, que revelam a relação essencial que deve existir entre a arquitetura, o tempo e o lugar".

O catálogo "Public Without Rhetoric" reúne 12 projetos públicos da autoria de 12 arquitetos portugueses, cuja construção foi completada entre 2007 e 2017, uma década assolada pela grave crise financeira e económica. As obras selecionadas evidenciam a cultura generalista e a excelência transgeracional dos arquitetos portugueses, afirmando a arquitetura como celebração da experiência do espaço público.

Depois de passar por Portugal, Uruguai, Argentina, Brasil, Espanha e França, é a agora a vez de apresentar em Milão, Itália, no dia 24 de maio, a exposição Carrilho da Graça: Lisboa Itália, no âmbito da Milano Arch Week 2018, que será acompanhada de uma conferência de imprensa sobre os conteúdos expositivos da mostra a cargo do próprio Arq. Carrilho da Graça. 

A exposição, que reúne 13 projetos assinados pelo arquiteto português para a cidade de Lisboa, estará patente até 29 de Junho na  Scuola di Architettura Urbanistica Ingegneria delle Costruzioni do Politecnico di Milano.

Public Without Rhetoric representa oficialmente Portugal na 16.ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia, de 26 maio a 25 de novembro de 2018, no Palazzo Giustinian Lolin.

O Projeto, dos curadores Nuno Brandão Costa e Sérgio Mah, propõe um percurso pelo “Edifício Público” de autoria portuguesa, através de 12 obras criadas num momento em que a Europa Ocidental se confronta com os seus limites e possibilidades e a arquitetura acentua o seu inconformismo, reforçando o  papel na intervenção política e social.

"Lisbon acts" inaugura no dia 10 de maio na BINA – Semana Internacional de Arquitetura de Belgrado. Esta exposição da Trienal de Arquitectura de Lisboa vai estar patente até ao final do mês e junta seis ateliers que se estabeleceram durante os últimos dez anos em Lisboa: Aspa, Barbas Lopes, Can Ran, Miguel Marcelino, PLCO and Site Specific. 

Foi apresentada no passado dia 9 de abril, no Palácio da Ajuda, em Lisboa, a exposição Public Without Rhetoric da dupla de curadores Nuno Brandão Costa e Sérgio Mah. Public Without Rhetoric é o projeto selecionado para representar Portugal na 16.ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia.

"IV. Women | Architecture | Re:evolution" é o tema da última sessão (a sexta) do Ciclo de Conversas "Arquitectas: Modo(s) de (R)existir". A sessão decorre no dia 28 de março, às 19h00, na Sala Bernardo Sassetti do Teatro São Luiz, em Lisboa, e conta com a participação de Rosa T. Sheng, como convidada, e de Patrícia Santos Pedrosa, como moderadora. A entrada é livre. 

O edificio do Riga Circus é um dos mais antigos edifícios de circo construídos na Europa. Desenhado pelo arquiiteto Janis Fridrihs Baumanis o edificio tornou-se parte de Riga.
A primeira temporada neste edificio foi em 1888, quando, encomendada pelo empresário Albert Salamonsky, a casa coberta com uma abóbada esmagadora foi aberta no centro da cidade ao lado do jardim de Vērmane. Para ter a forma pretendida do edifício, os trilhos foram usados ​​como elementos estruturais, provando através da arquitetura que no circo tudo era possível.

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