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SYN.Tropia será apresentado em Atenas (Grécia), Vilnius (Lituânia) e Riga (Letónia) em 2025 com o apoio do Perform Europe, um programa de financiamento europeu na área das artes do espetáculo que promove a criação de redes internacionais e apoia "projetos de digressão inclusivos, diversificados e ecológicos nos 40 países da Europa Criativa". 

No próximo domingo (14 de julho), às 19h, o Centro Dramático Galego Salón Teatro (Santiago de Compostela, Galiza) recebe o espetáculo “Fracturas”, com texto e encenação de Pedro Estorninho e interpretação de Pepa Barreiro. A apresentação corresponde à primeira fase de “Curtas.2 - Projeto internacional de investigação teatral Galiza – Portugal”, uma iniciativa do Teatroensaio. A entrada é gratuita.

Depois do concerto no Pátio do Museu da Universidade do Porto, no início de julho, a criadora artística e compositora Dullmea viaja até São Tomé e Príncipe para um concerto no dia 25, no Espaço Cacau, integrado na programação da X Bienal de Arte e Cultura. Em setembro e outubro estão ainda planeados mais concertos no estrangeiro e também em Portugal.

Terminal aponta para uma ideia de fim, mas aponta também para uma ideia de interface, de ligação para outra dimensão, outra linguagem. Se queremos concentrar-nos, por um lado, na ideia da morte de uma certa visão da humanidade, que se encontra na devastação da natureza por toda a parte – essa festa despudorada do ser humano enquanto tudo arde -, queremos também atravessar o terminal para o futuro, procurando vislumbrar uma nova cosmogonia a emergir por força da ameaça da extinção humana.

No próximo sábado, dia 6 de julho, em Veneza, terá lugar a conversa "Tending the soil as a liberated area", que integra o programa das Assembleias de Greenhouse/ Pavilhão de Portugal na Biennale Arte 2024.

Em "A 20 de Novembro", o autor Lars Norén dá voz a um jovem de 18 anos, Sebastian Bosse, prestes a invadir a escola onde estudou com o intuito de fazer um massacre. O dramaturgo sueco pesquisou extensivamente sobre o massacre de 2006, lendo o diário do jovem, as publicações no seu website e assistindo ao vídeo que Sebastian fez antes do tiroteio.

«O PRÍNCIPE FELIZ» de Oscar Wilde, trata-se de uma história de amor/amizade entre uma Andorinha e uma Estátua, a do Príncipe Feliz; que outrora fora um Príncipe que vivia no Palácio do Não te Rales. Neste palácio, ele não conheceu as tristezas do mundo nem como o seu povo sofria. Por isso era feliz, só cantava e dançava e nunca havia derramado uma lágrima sequer. Só quando o transformaram em estátua é que teve contacto com a realidade, conhecendo o sofrimento humano.

Terá lugar no dia 4 de julho, no Parador de Turismo (Convento de Santa Catalina, Almagro, Espanha), a assinatura do Acordo de Cooperação Internacional entre a Direção-Geral das Artes e a Fundação Festival Internacional de Teatro Clássico de Almagro, numa sessão que contará com a presença do Diretor-Geral das Artes, Américo Rodrigues, e da Diretora do Festival, Irene Pardo.

DESCRIÇÃO:
"A música de Bach é matéria de hoje... matéria de criação, nascimento, ruptura... desenhada por camadas de substâncias lineares... de objectos simples, de sons unos, alimentados pela imaginação humana... Novos átomos para formar novas moléculas... novas ligações para novos sons... para novas camadas... Construção a partir da destruição... Catalisadores para a criação, estes sons contêm um potencial notável que transcende o tempo e o espaço. Objecto e substância." Filipe Faria

Um espetáculo de cruzamento entre dança contemporânea e fotografia, apresentado sob a forma de instalação coreográfica e fotográfica. O projeto “CHOREO.PORTRAITS II” decorre na sua segunda edição, em Paris e Tóquio, reunindo um coletivo intergeracional de participantes franceses e portugueses, partilhando com o público o resultado de um processo criativo desenvolvido no âmbito de um laboratório liderado por coreógrafo Rafael Alvarez em Paris (Junho) e em Tóquio (outubro).

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